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[14.3.08]
Aventuras de Adriana e Thiago – Parte I
Ah... que saudades do meu cantinho....
Tenho tanta coisa pra contar que nem sei por onde começar.
Vou começar com o episódio da compra dos livros de alemão.
Como eu voltei para a faculdade uns 200 anos depois de ter trancado,
o material usado mudou e eu tive que comprar os livros novos.
Através de uma colega de classe chamada Bárbara, soube que a
turma da manhã iria comprar os livros com desconto na editora,
então passei meu e-mail para o responsável por buscar os livros.
Em um dos e-mails ele perguntou se alguém que tivesse carro
poderia ir com ele, pois eram muitos e bem pesados por sinal.
Como diria um ex-amigo, sou muito oferecida e me prontifiquei
a ir buscar o material com ele. Aí começou um dos episódios
mais inusitados dos últimos anos.
Por e-mail ou telefone (deu amnésia agora), perguntei o endereço
da editora. Ele me passou uma rua e um número. Só esqueceu de
dizer que era um prédio enorme. Na minha santa inocência, imaginei
ser uma casa térrea e combinei de encontrá-lo no estacionamento.
Disse que estaria com um Polo Prata, que por sinal já virou lenda
e ele me disse que seria fácil identificar apenas pelo carro.
Foi uma surpresa e tanto qdo cheguei ao local e constatei ser um
prédio de um milhão de andares com duzentas e cinqüenta e nove
mil salas em cada um deles e um estacionamento com “apenas”
dois ou três pavimentos e vagas a perder de vista.
Meu primeiro pensamento foi “Eu mato o ...”. Foi qdo percebi que
havia esquecido o nome do Thiago, o que facilitaria ainda mais a
minha vida.
Para quem não me conhece, vale colocar aqui uma explicação. Sou
a pessoa mais desencanada e desligada do mundo, então nem me
passou pela cabeça perguntar qual era o nome da fatídica editora.
Ou seja, eu estava em um lugar desconhecido, prestes a encontrar
com uma pessoa que nunca tinha visto, em algum andar que eu não
sabia qual era para comprar livros que eu nem sabia o nome, em
uma editora que tb não sabia se era apenas de livros de alemão ou
não. Simples, né?
O prédio era daqueles onde vc entra e tem que informar até o tipo
sanguíneo pra subir. Notei que o fato de eu não saber para onde ia
deixou os funcionários um tanto melancólicos. Mas aí eu me saí bem.
Disse “estou indo para aquela editora que vende livros de alemão”.
Foi a colocação mais feliz que já fiz na minha vida. A recepcionista
Perguntou “A EPU”? e eu respondi “Exato”, pois eu teria a maravilhosa
oportunidade de entrar no prédio e perguntar sala por sala se aquela
era a editora onde os alunos da USP encomendaram alguns livros
de alemão. Nada que duas horas percorrendo o prédio todo não
resolvesse. Eu citei que o prédio tinha mais de um bloco? Bem, por
sorte cheguei meia hora antes, então ainda não era hora de entrar
em pânico.
Na minha primeira tentativa, fui para a editora do sexto andar.
Chegando lá, perguntei a um rapaz que estava na recepção se havia
alguma encomenda de livros de alemão. Veio a pergunta que eu
temia: “Em nome de quem?”
Não tive dúvidas. Respondi “Em nome da USP”.
Ele disse que havia uma encomenda de uns 55 conjuntos e me
Perguntou se era essa. Sem saber se era ou não, respondi que sim,
e fiquei aguardando o Thiago, que eu não lembrava que tinha esse
nome nem sabia se era loiro, moreno, alto ou baixo.
Qdo chegou a recepcionista responsável pelo atendimento, sei lá
pq, achei que tinha me lembrado do nome dele e perguntei a ela se o
Thiago já tinha chegado. Ela disse que não.
Agora eu já podia pensar “Eu mato o Thiago”, pois não era mais um
rapaz sem nome...rs...
Cada pessoa que entrava na editora me enchia de esperanças dessa
compra ter um desfecho feliz, mas foram 40 minutos de decepções.
Passaram Robertos, Mários, Severinos, Jeans-Pierres, mas nada de
Thiagos.
Eu não sou exatamente o ser mais paciente do mundo, então digamos
que a melancolia inicial dos atendentes da recepção do prédio estava
migrando pra mim a cada minuto que passava.
Cinqüenta minutos depois, surgiu um Thiago esbaforido, dizendo ter
me procurado em cada Polo Prata que entrava no estacionamento.
Bem simpática, creio que a primeira frase que eu disse foi “Eu estava
imaginando um meio de te trucidar, caso vc não viesse”, ou algo
parecido.
Esta foi apenas uma pequena introdução à série de eventos
tragicômicos que aconteceriam nesse dia, mas a segunda parte fica
para amanhã.

por (¯`•._.•Shailen•._.•´¯) * 13:45
[7.4.07]
Tentando ser mais presente aqui no blog, vou deixar um texto que recebi
hoje:
Havia uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega! Ela também
odiava a todos, exceto seu namorado.
Um dia ela disse que se pudesse ver o mundo, ela se casaria com ele.
Em um dia de sorte, alguém doou um par de olhos a ela.
Então seu namorado perguntou a ela:
- Agora que você pode ver, você se casará comigo?
A garota ficou chocada quando ela viu que seu namorado era cego!
Ela disse:
- Eu sinto muito, mas não posso me casar com você porque você é
cego!
O namorado afastando-se dela em lágrimas disse:
- Por favor, apenas cuide bem dos meus olhos. Eles eram muito importantes
pra mim.
Comentem...
por (¯`•._.•Shailen•._.•´¯) * 17:48
[19.3.07]

Tudo bem, meus amores? Ah... tenho tantas novidades que nem sei
por onde começar.
Terminei meu noivado, renovei minha licença médica e no domingo
retrasado fui fazer um teste para o papel em um filme e passei.
O filme se chama Retratos da Vida, ainda não recebi o roteiro mas sei que
é de temática espírita.
Hoje vou deixar um texto sobre namoro que achei na Net, procurando por
outra coisa.
COMO SABER SE ESTAMOS APAIXONADOS
Marcial Salaverry
São alguns sinais que indicam que alguma alteração está ocorrendo com
nosso interior, e que indicam que estamos nos sentindo perigosamente
atraídos por um certo alguém.
Resta saber como identificar tais sinais de alerta. Por exemplo, pode ser
numa troca de olhares, ou mesmo ao ouvir uma determinada voz, ou
eventualmente ao ler algo escrito, parece que o coração sofre uma
espécie de baque. Na realidade é o cérebro agindo, e querendo nos
mostrar esse detalhe. Podemos estar nos apaixonando, mesmo sem
saber.
Principalmente se começarmos a notar que nossa presença começa a
produzir o mesmo efeito na mesma pessoa cujo impacto sofremos. Como
se fosse aquele encontro tramado pelo destino no dia de nosso nascimento.
E quando o contato físico produz como que um choque, passando uma
corrente elétrica, ligando-nos como plug e tomada. Ou então quando
nossos pensamentos começarem a se direcionar para esse alguém,
sendo mais significativo se o primeiro e o último tiverem esse
direcionamento. Podemos estar nos apaixonando. Irremediavelmente.
E poderemos dar razão ao nosso querido poeta Carlos Drumonnd de
Andrade, quando disse que "Se o primeiro e o último pensamento do
seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar
o coração, agradeça: Algo do céu te mandou um presente divino : O
AMOR."
Sábias por demais essas palavras. Realmente o Amor pode ser
considerado um presente divino.
Infelizmente nem todos sabem detecta-lo. Nem todos sabem vive-lo.
Precisamos entender que cada amor tem uma característica diferente
do outro, como cada pessoa tem sua personalidade.
E o amor verdadeiro, autêntico, nada mais é do que uma simbiose de
almas, pois é preciso haver um afinamento entre ambas. É não ter
medo nem vergonha de pedir perdão quando errar, pois ninguém é
perfeito. Igualmente é preciso saber perdoar. É preciso entender e
aceitar as imperfeições de quem estamos amando, para que
igualmente sejamos entendidos e aceitos.
Saber entender a alegria e a tristeza, e saber compartilhar. Saber dividir.
É importante a reciprocidade de sentimentos e atitudes.
Amar é se comunicar pelo pensamento. É sentir a presença ausente.
É aquele olhar para o lado, e ¿ver¿ a pessoa amada, mesmo que ela
esteja na lua. Podemos estar nos apaixonando, ou melhor, estamos
amando total e irremediavelmente, pois não conseguimos sequer
imaginar nosso futuro sem esse alguém ao nosso lado, mesmo que
esteja a quilômetros de distancia, mas conseguimos senti-lo ao nosso
lado..
Precisamos, simplesmente conseguir ¿ver¿ e sentir essas coisas
acontecendo, e deixar que aconteçam, para que esse amor que
estamos encontrando permaneça conosco. Quando o amor surge,
não devemos deixá-lo fugir de dentro de nós. É a melhor coisa que
pode acontecer em nossa vida, pois sempre iluminará nossa existência.
Mesmo que não seja possível vive-lo em total plenitude, seja por quais
circunstâncias forem.
Mas pelo menos deixá-lo fluir. Permitir que exista em nosso coração,
pois ele se sentirá mais vivo e agasalhado. É não permitir que
circunstâncias fortuitas ou sentimentos mesquinhos possam matar ou
minimiza-lo.
E para bem viver um amor, sempre será bom começar com UM LINDO DIA.
E aí? Alguém se identificou? rs...
Humor
Um funcionário chega para o patrão e pergunta:
- Patrão, por que o senhor não me dá um aumento?
Aí o patrão responde:
- E por que eu deveria lhe dar um aumento?
- É porque eu trabalho por dois.
- Então me diga quem é o outro que eu vou despedir.

Comentem...
por (¯`•._.•Shailen•._.•´¯) * 18:49
[9.2.07]
Continuação de "Os 50 Contos do Vigário"
26 - Boa noite, Cinderela - Para roubar, o criminoso mistura remédio para
dormir na bebida da vítima, geralmente em bares. Foi lançado nos anos 90
e era praticado, em geral, contra homossexuais. Agora, as mulheres
também são vítimas. Quando a pessoa está desacordada, ele saqueia a
casa ou a carteira e a vítima só vai perceber no dia seguinte que foi roubada.
27 - Cartão "engolido" - O golpista introduz uma armadilha na máquina de
atendimento para impedir a saída do cartão do banco. Depois de observar
a senha da vítima e de esperar a saída dela da agência, recupera o cartão,
saca o dinheiro e foge. Por isso, sempre que a máquina engolir o cartão,
cancele-o na hora.
28 - Falso mecânico - O golpista inventa um defeito no automóvel da
vítima que está trafegando nas ruas ou pede para o motorista parar por
causa de uma "estranha fumaça". Há casos, por exemplo, de pessoas
que colocaram sacos de estopa no escapamento do carro. Na seqüência,
surge um falso mecânico, que se oferece para resolver o problema que
não existia. O escolhido, claro, morre com uma grana.
29 - Celular - É bem manjado, mas continua acontecendo. A pessoa entra
no caixa 24 horas e, ao tentar tirar dinheiro, o cartão fica preso na máquina.
O golpista, que já estava ao lado, entra falando no celular, fingindo estar
com o mesmo problema. Na linha, um falso atendente e comparsa do
malandro registra a senha da vítima e o dinheiro, adivinhe? Desaparece.
30 - Boa aparência - O ladrão rouba um carro de boa marca, de preferência
importado, veste-se bem, com terno e gravata e buzina na portaria de
um prédio chique e, com pose de bacana, entra tranqüilamente na
garagem, já que o porteiro não desconfia do "patrão". Aperta a
campainha e faz a festa.
31 - Corretor de imóveis - Outra versão para assaltar casas e
apartamentos.
O vigarista se faz passar por corretor e, ao lado de um cúmplice travestido
de cliente, consegue autorização do porteiro para entrar no prédio e
visitar o imóvel. Ele tem as informações sobre o imóvel, pois ligou antes
para a imobiliária. E aproveitam para bater no vizinho...
32 - Entregador de pizza - É um dos mais freqüentes e têm variações
como entregador de flores e carteiro. O falso entregador consegue
chegar até a guarita do prédio, rende o porteiro e libera a entrada para
os comparsas.
33 - Importado a preço de banana - O malandro aborda a vítima na rua
e diz que precisa vender um aparelho de som importado para pagar a
maternidade da mulher, que está prestes a dar à luz. A oferta é
tentadora e o apelo emocional irrecusável. Dizendo-se apressado,
afinal a mulher vai parir, o espertinho força que o negócio seja feito
na hora. Quando o incauto abre a caixa do aparelho, novinha e bem
fechada, encontra um saco de areia.
34 - Cota premiada de consórcio - Por intermédio de anúncios em jornais
e revistas, o estelionatário se diz interessado em vender cotas sorteadas
de consório com preços abaixo do mercado. A vítima deposita uma
taxa em uma conta corrente ou um adiamento. E nunca mais vê o dinheiro.
35 - Teclado bloqueado - É aplicado nos caixas eletrônicos em que não
é necessário introduzir o cartão. Eles bloqueiam o teclado com uma fita
adesiva para que o correntista não possa fazer nenhuma operação
após passar o cartão no leitor óptico. Aparece, então, o golpista
oferecendo ajuda e pede que a senha seja digitada. Como não acontece
nada, a vítima vai embora. Então, o malandro desbloqueia o teclado e
saca o dinheiro.
36 - Troca de cartão - O espertalhão fica próximo ao caixa eletrônico para
escolher as vítimas que se atrapalham ao usar a máquina. Ele se
oferece para ajudar, pede que a pessoa digite a senha e memoriza os
números. Quando devolve o cartão, troca-o.
37 - Falsas ações - Os trambiqueiros se fazem passar por empresários,
andam de carros importados e se hospedam em hotéis de luxo para
impressionar as vítimas e fazer contatos profissionais. Levantam o
nome de pessoas que possuíam ações de empresas de diversos
ramos, ativas ou não. Depois entram em contato com elas dizendo
que um representante da firma deles irá procurá-la para conversar, já
que uma empresa internacional quer comprar as ações. Depois do
primeiro encontro, o golpista diz que o negócio só pode ser fechado
se a vítima comprar mais um lote de ações para vender um pacote
fechado aos gringos. Os novos papéis são falsos e a vítima, claro,
só poderá reclamar ao bispo.
38 - Violino - O golpista penhora o instrumento (pode ser outro objeto) em
uma agência por R$ 200 e implora que não seja vendido, porque, na
semana seguinte, voltará para resgatá-lo. Passados um ou dois dias, um
parceiro do estelionatário, com pose de bacana, vai até o penhor e pergunta
o que o vendedor tem ali de mais nobre. O segundo vigarista aponta o
violino e diz que paga o preço que for. O vendedor pede para ele voltar na
semana seguinte. Acreditando que pode fazer um belo negócio, compra
a peça penhorada por um valor acima do que ela vale e, claro, mica com
o violino.
39 - Compra de kit - Uma empresa, que se diz estrangeira, coloca
anúncios em jornais prometendo aos incautos que a partir de um
investimento de R$ 100 na compra de um kit para "cuidar" de uma
colônia de lactobacilos, seria possível faturar R$ 3 mil. Segundo
essa empresa, os lactobacilos seriam usados na produção de
cosméticos em outro país e o Brasil teria sido escolhido por ter
mão-de-obra barata. As primeiras pessoas receberam o dinheiro
para fazer propaganda boca a boca do negócio da China, mas
as outras milhares...
40 - Cheque resgatado - O golpista fica de olho em mulheres que entram
em cabeleireiros e lojas. O bandido espera a pessoa sair e entra no
estabelecimento, se apresenta como motorista da vítima, e diz que
a patroa se enganou ao fazer cheque, dando um outro (roubado) em
troca. O dono do salão ou da loja entrega o cheque bom e fica com o
falso. Outra versão do golpe é o picareta trocar o cheque por dinheiro
e alterar o valor de R$ 50 para R$ 500.
41 - Aliança - O vigarista derruba uma aliança no chão e fica por perto.
Uma pessoa a encontra e o golpista chega perto para dizer que achou
a outra e oferece por uma pechincha. Sem desconfiar, a pessoa
compra bijuteria por preço de ouro.
42 - Bilhete premiado - O estelionatário finge ser uma pessoa humilde
e ingênua, com um bilhete premiado nas mãos, falso, é claro. Com
lábia, o falso matuto vende o bilhete fajuto para o otário da hora.
43 - Telefone - Alguém liga para a casa da pessoa se dizendo
funcionário do banco em que ela tem conta. Não se sabe como ela
descobre a data do aniversário e a agência da vítima. Com uma boa
conversa, o golpista convence o correntista a digitar, no aparelho de
telefone, a senha do cartão magnético. Já viu, não é? Adeus dinheirinho
da conta corrente.
44 - Consórcio premiado - Anuncia-se a venda de consórcios sorteados.
De carro, casa, equipamentos eletrônicos etc. O vigarista anuncia dois
telefones: um fixo que funciona como fax e um celular pré-pago ou
roubado. Pelo fax, ele passa o xerox de seus documentos pessoais e
deposita uma taxa em uma conta aberta (com nome falso) para garantir
o negócio. Feito isso, os telefones não mais atendem e o veículo jamais
é entregue.
45 - Falso vendedor de passagens - O malandro entra em ação vendendo
passagens com desconto. O bilhete, claro, é falso. Mas o golpe é bem
planejado e muitos usam o uniforme das empresas de transporte.
46 - Pechincha - O estelionatário aborda a vítima e oferece um equipamento
eletrônico pela metade do preço. Finge que vai buscar o equipamento,
que estaria guardado no carro, pega o dinheiro e some. Ou entrega um
pacote com tijolo dentro.
47 - Sujeira - Um malandro esbarra ou deixa cair alguma substância na
roupa da vítima. Um segundo se oferece para ajudar na limpeza e, como
a vítima se distrai, o primeiro aproveita para bater a sua carteira.
48 - Rodoviária - As vítimas são pessoas ingênuas que voltam para a
cidade natal com dinheiro vivo. O golpista senta do lado da pessoa no
ônibus e puxa conversa. Em pouco tempo, descobre de onde é a
pessoa e diz que também é de lá. Ele conta que está carregando
cheques, que precisa pagar uma encomenda no caminho e pede
para o "conterrâneo" fazer um empréstimo, garantindo que ao chegarem
devolverá a quantia. Na parada seguinte, desce do ônibus e some.
49 - Falso padre - Perto de igrejas o larápio se veste de padre, e, quando
os fiéis estão a caminho de casa, os aborda e se oferece, com uma
lábia convincente, a benzer a casa da vítima por uma módica quantia.
50 - O Golpe da solidariedade - Nílson Pereira José Venâncio, empresário
paulista, caiu duas vezes no mesmo golpe. "Eu estava parado em um
semáforo quando um homem com as mãos sujas de graxa bateu no vidro.
Garoava e notei que ele havia deixado carro com o capô aberto em cima
da calçada. Ao lado do carro, tinha um mulher carregando um bebê. Ele
me disse que estava sem dinheiro e sem cartão e me pediu R$ 30 para
tirar a mulher daquela situação. Depois pediu meu telefone e a minha
conta para depositar o dinheiro no dia seguinte. A outra vez aconteceu
no aeroporto. Esperava o motorista da empresa quando um cara se
aproximou e disse que tinha acabado de chegar, mostrou uma
passagem, que tinha de ir para casa. Exibiu o cartão do banco com
uma ponta quebrada, disse que precisava de R$ 20 e que no dia
seguinte faria um cheque avulso no banco e devolveria o dinheiro.
Agora, vou desconfiar até da minha sombra. Se alguém estiver em
dificuldade de verdade, vai pagar por essas pessoas, pois não ajudo
mais ninguém.
Comentem...
por (¯`•._.•Shailen•._.•´¯) * 12:57
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